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Ficha - Miwa



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#1
Fuera de línea
em Ter Set 11, 2018 3:35 am


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Level: 0
Experiência: 0/10
Vila de Origem: Kumo
Vila Atual: Kumo
Nome: Miwa
Clã/Família: 
Sexo: Feminino
Idade: 14
Altura: 1,62
Peso: 50 KG
Tipo Sanguíneo: Será sorteado


Aparência: Miwa obtém cabelos longos e lisos apresentando uma coloração de rosa-claro, picotados em diversas camadas de mechas distinguidas, possuindo também uma franja modelar reta, e duas madeixas que ficam atrás de suas orelhas. Para os olhos da garota são de um tom verde cristalino, expressando aos próximos sua diferença aparante coberta pela a tonalidade da natureza. Sobre a parte inferior de seus cílios, há sombreados vermelhados com traços desenhados. No alto de sua cabeça uma tiara de dois chifres vermelhos. O tom de sua pele é clara e nítida, amena e delicada em seu tecido, seus lábios desenhados pela a arquitetura dos Senhores dos Céus, em outras palavras, perfeitamente concebida por sua gene, os incisos laterais de seus dentes um tanto quanto afiados, porém também de uma forma delicada. Miwa tem um visual esbelta, estatura mediana de porte físico magro, porém de um corpo definido e belas curvas em seu quadril.

Personalidades: Miwa devidamente se torna amigável e irônica aos seus companheiros, aumentando suas chances para aqueles que não conhece ou nunca se viu, intimidando-os com o seu olhar, por uma expressão facial á quem estaria arrepelando um sorriso de lado franzido, transparecendo sua empatia e compaixão. Um tanto quanto amável e sorridente de vez em quando, extrovertida, fria, em quase quaisquer ápices - Como ademais, enfrenta um grande conflito para com sua personalidade, pois o trauma de sua infância prejudicou partes de sua imaginação florescida, obscurecendo-a por um lado, oque a tornaria fria e arrogante. Fascinada por cores suaves e delicadas, assim como a cor fora dada ao todo de seu cabelo. Suas ambições se refletem na perícia de antídotos e venenos de diversos tipos, causar dor e ver seus antagonistas sofrerem e se corroerem intoxicados seria mais do que uma excitação para ela, a deixando melada em delírios somente presenciando a morte lenta dos demais. Seu estilo de luta é persuasivo, Miwa tem uma grande habilidade e controle com sua boca e garganta, criando um fluxo com grande facilidade abjugando suas técnicas Ninjutsu por ela. Além de sua personalidade aparentemente inofensiva e conturbada as vezes, a garota também consegue expressar os seus sentimentos por aqueles que se importa.

Vestimenta: Variável.


Ryous: 750


Spoiler:
Diário de Aya:

''Hoje estou eu por aqui, após conversar com uma das enfermeiras me encontrando deitada sobre a maca do hospital, consolou-me com sua experiência de vida e ajudou a minha consciência à manter a calmaria que para a minha primeira vez não saberia como lidar. Meu esposo está lá fora desinquieto diz também a enfermeira, tanto quanto á mim ansioso para conhecer nossa primogênita, por mais que não seja o pai biológico, ele à vê como uma filha, fizemos um quartinho para ela em um cômodo que desocupamos juntos.. Tinham muitas tralhas lá dentro, homens.. Oque seriam deles sem ter uma mulher para adoçar suas vidas? Reformamos parte da casa, e pintamos o quartinho de nossa filha com cor-de-rosa. Já sinto fortes contrações e a tal dilatação começaram, minha bolsa está prestes á estourar como dizem os ninjas médicos especialistas na área. Na maioria das vezes sinto o carinho que ela faz em meu colo, até mesmo os seus chutinhos que incrivelmente sempre ocorre quando eu estou sentindo fome, tenho a grande certeza que ela sente os desejos da mãe.. (Risos) Brincadeiras à parte. Eu estou realmente com bastante temor, minha vida daqui pra frente vai mudar e se embaralhar, uma grande responsabilidade está por vir, mas ao mesmo tempo vejo como uma forma de recomeçar tudo do zero, e afogar de minhas águas passadas. Estou agora aliviada por saber de onde começar, anteriormente eu era uma grávida largada que andava por ai sem saber o que fazer, e agora.. Eu tenho motivos para levar a minha estima para o alto e querer continuar para presenciar o crescimento dessa pequena, além do mais, Miwa é o nome dela. Dizem que filhos é o motivo da gente ainda crer na possibilidade da existência do amor, eu estou tão ansiosa para conhecer o seu rostinho e seus primeiros prantos, por mais pequena que possa ser, é a maior parte de mim. Nesse momento se tem um sorriso em meu rosto, ainda apoio o meu diário sobre a minha barriga como suporte, com uma caneta cor-de-rosa enquanto escrevo, uma das últimas horas que eu ainda farei isso logo após me acostumar durante esses meses, para dar vida aos seus primeiros dias dentro desse mundo corrompido e cruel, daremos tudo de nós por você, quero ser mais que capaz, para criar e proteger-la com minha alma ante á tudo, Miwa. Tentarei não errar tanto quanto já cometi antes, para ser perfeita aos seus olhos.'' - Página 157, de seu quarto diário.

Aya, uma mulher jovem, gostava da literatura, livros e até mesmo escrever seus sentimentos dentro de seus diários, após chegar em sua última página com o relato de sua vida, que por sua vez não teria continuidade com aquele. Se engravidou desde muito cedo após ter casos com um homem que de sua parte se tornou um alvo de criminosos, seu nome era Toshi, de forma em que suas dívidas se tornavam cada vez mais constantes, resolveu desaparecer até mesmo da vida de sua futura esposa - Até o momento em que ainda se encontraria presente, Aya não estaria ciente do problema daquele que se comprometeria, foi o seu primeiro amor e intenções inteiramente recíprocas, achava que em que seu ambiente, não se teriam segredos entre ambos. Toshi, fora não encontrado mais, ou sequer visto por ai. Largou Aya durante os seus primeiros meses de sua gravidez, da mesma teve de se virar sozinha ante tudo e à todos, com conforto e apoios solidários de seus vizinhos, vivia na casa de sua falecida mãe. De grande forma, como consequência de seu desaparecido esposo, as dívidas lhe perturbava com aqueles que compareciam em sua residência quase todas as semanas seguintes com bastante frequência, em busca do mesmo, a indefesa grávida se tornou alvo de insultos e ameaças, e também perseguições. Sua decisão de tomar um desígnio diferente a diante chegou ao momento, após ser agredida, deixando tudo pertencente à si e heranças para trás, para o bem daquela inocente e inofensiva que carregava consigo em sua barriga.

Aya abandonara sua bela casa que era sua por direito, abandonou toda sua vida passada para fugir dos fantasmas de seu ex-esposo. Grávida, sem rumo. A unica coisa que a movia era o instinto materno, instinto este que gritava em seus ouvidos para Aya achar sua vida em outra aldeia. Sua caminhada foi longa, com pouca comida e muitas dificuldades. Apesar de tudo, fora um sucesso. Aya se via em novas redondezas, em uma relativamente aldeia pacífica distante de konoha. Durante sua vagância pelas ruas dessa nova aldeia, conheceu um homem, que perguntara o que ela fazia naquelas ruas com roupas tão sujas. Aya tinha receio, e esquivou-se das questões, mas não pôde negar quando o homem a convidou até um abrigo. Pelo futuro de sua filha, Aya se abriu. Contou toda sua história ao homem que se apresentava com o nome de Akira. A conversa dos dois durou a noite inteira, e ao final dela, ambos dormiram. 

Com o passar dos dias, Akira via-se cada vez mais na obrigação de hospedar Aya, visto que sua fase de gravdez já estava prestes a acabar. Akira aos poucos se apaixonava pela mulher doce que encontrara tão repentinamente, e por ser um homem tão ansioso, declarou-se, fazendo um alarde. Aya não resistiu, ninguém jamais fora tão gentil à ela quando Akira estava sendo nos ultimos dias, os sentimentos eram recíprocos. Aceitou. Akira dizia palavras que faziam com que o rosto de Aya inchasse em lágrimas, o homem queria se tornar pai da futura prole de Aya, e assim foi feito.

A inquietação de Akira fora desnecessária, porém compreensível. O parto de Miwa foi um sucesso em todos os sentidos. Aya já estava em um quarto separado no hospital, observando Akira balançar Miwa em seus braços. Era clara a felicidade que resplendia em todos naquele momento. Seu relacionamento havia evoluído, finalmente se tornaram uma família.

Tudo estava correndo mais que bem, Akira havia reivindicado alguns dias de férias dos afazeres shinobi de seu vilarejo e estava se entregando aos cuidados da filha, fazia o seu melhor para que Aya descansasse ao máximo. As semanas se passaram, até o dia em que Aya deu-se por cansada de tanto repouso e voltou a cuidar da casa por si mesma. Akira voltou ao seu trabalho com a vila e a casa voltou a sua ordem normal. Miwa estava crescendo bem cuidada, com pais super protetores. Tudo em sua ordem perfeita.

[...]

O Desígnio de duas Prímulas

Uma manhã ensolarada, refletindo seus raios solares por todos os lados, dando vida às sombras das árvores. Como uma camponesa, de joelhos com vestido florescido e macio ao seu tecido, com um chapéu redondo e largo para proteger do bronzeamento que aqueles raios poderiam causar á sua pele facial. Abraçada por diversas flores ao jardim de sua casa, cortando, com uma tesoura de cabos avermelhados, todos os brotos mortos e raízes expostas que incomodava a perfeccionista e delicada, Aya. Revigorando cada detalhe ao redor de sua residência, suas duas meninas, crescidas e ainda inocentes brincavam dentro de casa com suas devidas bonecas de pano, feitas e costuradas também por sua mãe. Aquela manhã, silenciosa lá fora, aquele cheiro doce que das pétalas soltavam seus aromas, certamente dava lembranças de Akira ao seu momento vegetativo e reflexivo. Olhava em sua volta, mesmo ante á tudo, se tem um sorriso em seu rosto, se confortando mais uma vez admirando tudo o que seu falecido esposo deixou para si mesma, e suas duas amadas.

Sentia-se paz com sua alma, a saudade vinha porém de uma forma saudável sem corroer seu peito por dentro, e seus sentimentos mais sensíveis. Arrancava duas flores ainda vivas, levantava-se deixando a tesoura perdida entre o mar de Prímulas. Em direção de sua casa, mesmo que distante, um movimento à sua vanguarda era estimulado sem sequer ouvir os movimentos - O campo e a casa eram de terrenos imensos, os barulhos eram abafados pela distância do vácuo de ar, era notado como um sentido de perceber, por Aya. Homens vestidos totalmente de roupas pretas e com detalhes semelhantes á uniformes de Ninjas, somente a clareza branca na parte facial expondo seus olhos era percebida ao decorrer que se aproximavam, aqueles eram familiares, que por sua curta vida, conseguiu se esconder dos mesmos por mais de 1 década.

Um total desespero era responsável por deixar todo o seu corpo trêmulo e sem reação ao observar dos invasores de sua residência, mas um fato a fez despertar - Suas duas filhas estavam lá dentro. Um choque fora tomado, a forçando virar-se por seus instintos protetores de mãe. Deixava com o tremor de seus dedos, as duas Prímulas cair sobre o chão do quintal, enquanto rapidamente entrava para dentro de casa, mesmo sabendo da presença dos demais ocultava-se em sua residência. Assustada, sem pensar duas vezes, gritava o nome das meninas que brincavam nos fundos da casa, que também transmitia susto em Miwa e Eury, que sem entender viam a reação conturbada de sua mãe, recolhendo-as para um dos cômodos do quarto. Antes de esconder suas filhas dentro do guarda-roupa, Aya ajoelhou-se e abraçou as duas partes do sentido de seu amor, sentindo o calorzinho que as mesmas transmitiam a sua pele, um tanto quanto confortante, mesmo que o pior esteja cada vez mais próximo, em questão de ápices. Seu queixo se tremia, suas lágrimas se escorriam dos cantos de seus olhos, percorrendo as gotas sobre o rosto arredondado de Aya, por mais que sabia, que talvez não teria volta, confortava suas filhas com suas palavras .. ''Vamos fazer por assim.. Vocês ficam escondidas aqui dentro, que a mamãe vai pra cozinha preparar uma coisa especial para vocês, mas é surpresa.. Para isso precisam ficar quietinhas ai dentro e sem fazer barulho, nem mesmo sussurrar, tudo bem?'' Miwa por sua vez, um tanto sorridente assim como Eury ao seu lado, questionava.. ''É um novo desafio? Você sabe que a gente adora brincar com desafios''. Aya virou-se para Miwa e disse com um sorrisinho forçado.. ''Sim, é um novo desafio.. Agora se escondam, amores da minha vida, a mamãe ama vocês, não se esqueçam disto''.

Miwa e Eury estariam escondidas sob o guarda-roupa localizado ao quarto de ambas, não transmitiam sequer um barulho ou gemidos, topando o novo desafio que fora instruído por sua mãe. Aya estaria afastada e de frente para a porta, com um facão de cozinha sendo segurada por sua mão esquerda, aguardando do pior acontecer, mas com esperanças de que tudo não chegasse á uma medida drástica e sem volta. Os fantasmas de seu passado, que perseguiram encontram-se agora em seu presente, de certa forma estaria condenada pelos os erros de Toshi, temia que um dia essa hora pudesse chegar, mas com o passar de seu tempo, esse se tornou a menor de suas assombrações perante á tudo que estaria acontecendo atualmente em sua vida, se tinha dívidas, mas não pendentes à morte.

A porta fora arrombada com um chute estrondante contra a mesma, que fora lançada e colidia à cabeça de Aya com tremenda força, apagando-a com o breve traumatismo que lhe foi causado. Seus olhos embaçados aos poucos se abriam, e em instantes se tornavam cada vez menos turvos, retomando sua visão e consciência, e a sua frente, um ser vestido e oculto, suas vozes eram reconhecidas - Eram eles mesmo. Se negava a manter o contato visual por bastante tempo, olhando para o solo de cabeça baixa. E, de uma de suas narinas se escorriam sangue, a batida da ponta da porta foi deveras prejudicial, gemia e mordia os seus lábios com a dor que picava como agulha em sua cabeça. Encontrava-se pendurada com suas duas mãos amarradas, seus pés por um triz fora do alcance do chão.

Um interrogatório, foi iniciado por um dos bandidos, em seu número, eram somente três. Aya dizia sempre a verdade, o que não era convincente para eles, já que Aya sumiu por bastante tempo. Achavam que a mesma fugiu para se encontrar com ele por um dos cantos das nações vizinhas, oque desta forma nunca iriam acreditar na moça amordaçada á sua frente. Diversos chutes e socos eram diferidos por diversas partes do corpo delicado de Aya, provocando sangramentos nasais mais constantes, assim como repelia vomitando uma grande quantidade de sua boca. Onde, chegou o seu fim, cansados e a tarde estaria por vir, não teriam muito tempo para retornar.. Já que sua passagem ante à vila de Kumo era ilegalizada. Com sua Katana proferia ao meio do peito, da mulher, atingindo e causando danos fatais ao seu coração. Uma morte sem paz, e sem humanidade.

Um dos bandidos revistou visualmente à casa antes de se retirar, procurando certamente por Toshi, o que de grande realidade, ele não se encontraria por ali. Pisou com seus calçados sigilosos não transmitiria sequer um barulho dos seus passos dentro do quarto, um porta-retrato com foto de um homem, suas duas filhas e Aya estava sobre a cômoda, oque percebido pelo o mesmo, não era nada parecido com Toshi. Ouviria um barulho que ativava o sentido de sua orelha esquerda, seus olhos fitavam aquele guarda-roupa, por mais de cinco segundos, e então, se aproximava dele.. As duas garotas sem entender nada, sentiam aquela suspiração forte e ofegante se aproximando, de fato, não era sua amada mãe. Miwa por sua vez tampou a boca de Eury para que sua irmãzinha mais nova não faça sequer nenhum barulho comprometedor, os dedos do mesmo roçavam sobre a porta de cima para baixo, onde por sua vez, conseguia fitar duas garotinhas encolhidas e de cabeça baixa com bastante medo, emergindo gemidinhos assustados e abafados. O mesmo se retirava ao chamado de seus companheiros para partir, ciente da presença de uma das crianças que poderia ser útil como refém de Toshi, preferiu deixar-la em paz - Resta um pouco de humanidade dentro de si? Talvez.

- Mamãe? - Era a palavra que a mais nova Eury dizia perante ao silêncio em que estaria por todos os cômodos da casa, após se retirarem lentamente do guarda-roupa, nenhum sinal de que Aya poderia estar presente por ali, faria parte da surpresa que fora providenciada por sua mãe? As duas, juntas, Miwa assumia a frente enquanto mantinha a ligação de seus dedinhos mindinhos cruzados um ao outro de Eury. Caminhavam até a cozinha, não havia bagunça ou sequer alguma sujeira, passaram mais de trinta minutos recônditas esperando que ela retornasse.

Aproximavam-se da sala, uma visão aterrorizante onde provocou um susto nas duas que estavam ali presenciando sua mãe pendurada e coberta de sangue - Também escorrendo continuamente de sua boca. A crise tomou conta de Miwa, sem conseguir emitir ondas vocais encontrando-se deveras paralisada ao deslumbre. Quanto à Eury, corria rapidamente em direção de sua mãe para ajuda-la, ajoelhando-se à poça de sangue que inundava em gotículas o piso de madeira, agarrando os pezinhos de sua mãe forçando a balançar o corpo pêndulo, manchava sua roupa limpa e elegante, de vermelho, a crise também a afetou, repetindo diversas vezes a palavra de costume que se referia á Aya, sua mamãe, enquanto de seus olhos despejavam os seus prantos.

O Trauma tomou conta das duas meninas, quando perceberam que sua mãe não correspondia com o seu chamado, agarraram-se sobre o canto da sala, abraçadas, derramando suas lágrimas até doer os seus rostinhos. Eury manchava o corpo e roupa também de Miwa, permanecendo desta forma, durante horas e sem alguma reação. Um coração inocente e doce, sendo corrompido pela tristeza, a condenação de Aya era uma doença crônica que herdou suas filhas, o mesmo desígnio e fim? Somente o tempo poderá dizer de certa forma, assim como a mãe, certamente passarão por grandes dificuldades, sobreviveram para que um dia, possam viver, e logo assombrarem-se com o seu passado.

As meninas estavam em estado de choque, não conseguiam ter reação alguma. Com o passar das horas, alguns vizinhos conseguiam notar que a casa da família não estava de costume. Na parte de fora, objetos estavam em desordem, todas as luzes da casa estavam apagadas, e não havia sinal algum de Aya ou das meninas. Resolveram verificar, e as meninas foram encontradas. A cena era trágica, esdrúxula, irreal. Alguns que se deparavam com a cena vomitavam ao se assustar com a grande quantidade de sangue jorrado no carpete azul-marinho que revestia o chão da casa. Mais ao canto do cômodo, as duas meninas. Paralisadas. A polícia fora chamada, assim como os bombeiros e os ninjas médicos. Fato era que ninguém ali presente sabia lidar com tamanho ato de violência. O assunto teve repercussão, aos poucos mais pessoas chegavam na casa depravada. Alguns tentavam interagir com as meninas, mas elas apenas ignoravam tudo e todos ao seu redor. Eury não conseguia parar de chorar, mesmo passando-se horas. Miwa estava com seu olhar vazio, olhando para o sangue jorrado ao lado do corpo de sua mãe, que no momento já estaria coberto. As pessoas comentavam, se questionavam que fim teriam as meninas. Enquanto alguns acusavam-nas, outros diziam que iriam para orfanatos. Ambas ouviam tudo, e sofriam mesmo sem entender com clareza. Sabiam que sua liberdade seria roubada. Em um surto, Miwa puxou Euryale pelo braço, suas lágrimas despencavam enquanto arrastava sua irmã mais nova pelo cômodo, desviando das visitas impertinentes enquanto corria para cruzar a porta de saída da casa, Fugiram.

Estavam desgovernadas. Eury era inocente ao ponto de não notar o que seria do futuro das duas, Miwa conseguiu fugir de casa levando sua irmã, infinitas questões rodeavam suas mentes, todas sem nenhuma resposta. Era o primeiro momento da vida delas que não podiam contar com o suporte de sua mãe. Isso as aterrorizava. Miwa era um pouco mais dura, tentando mostrar-se durona à sua irmã, que fazia perguntas difíceis para qualquer um responder, mas Miwa tentava. Suas vidas estavam prestes a mudar completamente. Conviveriam com o frio das ruas, a comida escassa, as pessoas procurando por elas, a falta de sua mãe... Tudo isso se tornaria atividades rotineiras do seu dia-a-dia, por mais que não estivessem preparadas para isso, mergulharam em um beco sem saída.

Os dias se passavam, semanas, meses... O roubo havia se tornado algo comum para as duas irmãs, sabiam que se quisessem continuar vivendo naquele mundo caótico, teriam que fazer de tudo, até contrariar ensinamentos antigos de sua mãe. Tinham que estar em constante mudança, nunca permanecer muito tempo nos mesmos becos imundos, as pessoas começavam a comentar sobre elas, uma reputação vergonhosa crescia. Tempos difíceis haviam chegado, as meninas estavam ficando cada vez mais magras, a situação das mesmas estava mais do que precária. Enroladas em papelão encardido em um beco escuro e sujo, um homem às encontrou, com um sorriso manipulador exposto em seu rosto. Uma oferta fora feita, suas vantagens eram irrecusáveis para as garotas, que aceitaram seguir o homem e ter um lugar onde morar. Em troca de trabalharem para ele.

As garotas aceitaram, e em poucos instantes contemplaram a grandeza de seu novo lar. Um grande galpão localizado em uma zona pouco habituada de Kumogakure. O lugar fedia, parecia um esgoto. Mas isso não afetava as garotas de forma tão prejudicial. O tempo que passaram caminhando nos becos pútridos da vila fora o suficiente para que o cheiro do lugar não afetasse o seu olfato. Eram gratas por pelo menos terem um lugar coberto para viver. O desenvolvimento das garotas no ambiente fora crucial para moldar suas personalidades. Não eram as únicas que moravam no galpão, também estavam sempre acompanhadas de diversos outros adultos, amigos e sócios do homem que as levou até o local. Seus trabalhos envolviam roubo, falsificação, qualquer coisa que pudesse trazer algum tipo de renda ao seu novo pai, corrupção. O homem era egoísta e egocêntrico, mas parecia se apegar às meninas com o tempo. Talvez por conta de sua eficácia? Quem sabe.

Caminho de Miwa -

Devido ao seu trauma infantil, com a imagem conturbada que se situa e vive ainda no psicológico de Miwa, sua nova maneira de encarar as coisas e o mundo em seu redor, tão cedo se formou. Um conflito contra sua personalidade fora tomada, aquele coraçãozinho cheios de amores, encantos e carícias quando pouco mais nova, é nada mais que confrontada por seu outro lado, frio, sombrio e insensível, sem algum senso de empatia. Oque deveras seria algo relativo, obtendo uma versalidade com o comportamento para cada ápice que és presente. Apesar disso tudo, e de todas as maneiras com suas psiques momentâneas - as múltiplas personalidades, deixa um fato sobre sua estatura e nenhuma questão duvidosa, é extremamente delicada.

Aos breves anos em que Miwa passou sendo hospedada e criada por Pyke, do mesmo, ajudou-as - Miwa e Eury, á desenvolver parte de seus modos de agir, como encarar os seus medos e seus demônios, as colocando sempre em riscos para que aprendam de maneira agressiva e brutal, buscando sempre resultados excelentes com suas meninas aos obstáculos que as propõem.

Nove anos se passaram desde aquele dia em que mudou a vida de Miwa, mesmo tão nova já teria de aprender com o mundo em que vivem, sua infância e ingenuidade foi tomada de si. Por mais duro que seja o seu atual desígnio, a garota enfrenta a sua realidade sorrindo, ocultando seus sofrimentos mais profundos, como ademais, ocultando sempre para a mesma oque sempre sente em relações negativas. Seus interesses foram decididos brevemente, de acordo com as habilidades que Pyke investiu ao observar o desempenho das duas irmãs. Esbanjando e orgulhando á Pyke, o homem louco e também, insensível.

Com base na capacidade de sua habilidade, a garota passou á ter grandes interesses na área Alquimista e Medicinal, já que para esse lado mostrava-se mais eficaz, mantendo esperanças de que era o certo á ser seguido.


Aptidão: Ninjutsu (S) - Taijutsu (A) - Genjutsu (B)
Graduação: Gennin
Classe: 
Time: 
Elemento: 
Kuchiyose: 
Kekkei Genkai: 
Hijutsu: 
Kinjutsu: 


Rank S: 
Rank A: 
Rank B: 
Rank C: 
Rank D: 10 kunai, 10 shuriken, 04 bomba de fumaça, 04 papel explosivo, 20 estrepes, 30 metros linha de aço, 02 pergaminho pequeno, 1 Bisturi, 1 Pomada Curativa, 1 Pote de Armazenamento


Missões Narrativas

Rank S: 
Rank A: 
Rank B: 
Rank C: 
Rank D: 
Missões OP

Rank S: 
Rank A: 
Rank B: 
Rank C: 
Rank D: 





Vantagens:

Intelecto Superior: 
O personagem tem um intelecto altíssimo, sua velocidade raciocínio é tamanha que apenas com movimentos corporais ele é capaz de deduzir uma ação (podendo estar errado ou não), sua habilidade perceptiva é igual a de um Sharingan nível III. Sendo assim de ler um movimento e talvez até antecipar o ataque inimigo.
Bônus: Bônus: iniciam com I em Inteligência e Percepção, capacidade de ler parcialmente os movimentos.
Obs: Caso seja Nara ou Hatake, aumenta para 75% em cima do status inteligência e capacidade de ler parcialmente os movimentos.

Perícia em experimentos
Grande habilidade científica e intelectual.
Realizar experimentos com cadáveres e transplantes de DNA, necessário esta perícia para realizar transplantes de DNAs com Kekkei Genkais.


Herbalismo:
Conhecimento sobre todo e qualquer tipo de planta, sabendo qual pode ser usada como medicamento assim também sabendo as que podem provocar sintomas desagradáveis a venenos poderosos.  A rosa shinobi é uma ótima flor e seu veneno é muito usado pelo Clã Yamanaka.


Controle de Chakra:
O ninja tem um exímio controle de sua energia interna a ponto de conseguir usar muito menos Chakra do que um ninja comum no uso de suas técnicas, seja ela qual for.
Bônus: Menos 10% no gasto de qualquer jutsu.



Vertentes: 

Perícia medicinal[Somente Ninja]
Grande habilidade na arte medicinal.
Criar, aprender e treinar técnicas de Iryou ninjutsu.
É necessário esta perícia para realizar transplantes de membros, como olhos, etc.



Desvantagens:


Ineficiência com Genjutsu:
Por mais que tente, você não consegue utilizar nenhum Genjutsu, por algum motivo.


[NIN] Ninjutsu: II
[TAI] Taijutsu: 
[GEN] Genjutsu: 
[FUR] Furtividade: 
[VEL] Velocidade: 
[INT] Inteligência: II
[CON] Constituição: I
[RES] Resiliência: I
[ENE] Energia: II
[PER] Percepção: II

[08] [Adquiridos Inicialmente]
[00] [Adquiridos por nível]
[08] [Total Distribuído]


Rank S:
Rank A:
Rank B:
Rank C:
Spoiler:
Chakura no Mesu // Shōsen Jutsu (II) // Hari Senbon // Chiyute no Jutsu (II) //

Rank D:
Spoiler:
Kanashibari no Jutsu // Shunshin no Jutsu // Chakura Hōshutsu // Kage Buyō // Kumade //

Rank E:
Spoiler:
Kawarime no Jutsu // Bunshin no Jutsu // Henge no Jutsu // Suimen Hokō no Gyō // Kakuremino no Jutsu // Gake no Borigyō // Kinobori Shūgyō // Genjutsu no Kai // Kaifū no Jutsu // Fūnyū no Jutsu //



PV: 50 + PPN +20 (Sem clã) = 70 
CH: 50 + PPN + 20 (Energia II) = 70
ST: 50 + PPN + 20 (Energia II) = 70











 

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#2
Fuera de línea
em Ter Set 11, 2018 9:01 am


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Aceito, bom jogo.

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#3
Fuera de línea
em Ter Set 11, 2018 9:01 am


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Admin

O membro 'Loki' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'Sangue' :

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#4
Fuera de línea
em Ter Set 18, 2018 5:16 pm


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Admin

@Atualizações
[0.1] Reajuste atributos
- Adição de "Bônus: iniciam com I em Inteligência e Percepção, capacidade de ler parcialmente os movimentos." na vantagem intelecto superior. | +I Percepção | +1 Constituição | 18/09 - 17:16
[0.2] Compra na Loja - 1 Bisturi (50RY), 1 Pote de Armazenamento (50RY), Pomada Curativa (150RY) | 20/09 - 20:49

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#5
Fuera de línea
em Sex Set 21, 2018 1:44 am


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@Atualizações:

[0.3]Adição de jutsus: Chiyute no Jutsu II // Shōsen Jutsu II // Hari Senbon // Chakura no Mesu | 21/09 - 01:44

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#6
Fuera de línea
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